Theresa Catharina de Góes Campos

 

 

 
Uma vitória histórica pela vida!
 
De: Sebastian Lukomski | CitizenGO <peticoes@citizengo.org>
Date: sáb., 29 de mar. de 2025 
Subject: Dois meses incansáveis. Incontáveis ataques. Uma vitória histórica pela vida!
To: <
theresa.files@gmail.com>

 

Olá ,Theresa Catharina de Góes Campos,
Finalmente cheguei em casa. E mal consigo descrever a mistura de exaustão e 

alegria que estou sentindo agora.

Depois de dois meses intensos — ação do começo ao fim — 
a Conferência da 

ONU sobre a Mulher (CSW) chegou ao fim.

Prometi que, assim que tivesse um momento, sentaria para te contar tudo o que 

aconteceu por trás dos bastidores nesses corredores caóticos da ONU. E aqui está. Você vai amar…

VOCÊ VENCEU!
 

É isso mesmo. Você venceu. Nós vencemos. Mas o mais importante: a VIDA 

venceu!

É por isso que escrevo com um sorriso no rosto e um profundo sentimento de missão cumprida — empolgada para te contar tudo.

Mas antes de continuar… dá uma olhada neste vídeo. Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras — e esse vídeo vale um milhão.

Sentiu como foi? Eu te garanto: foi ainda mais intenso do que parece. Mas conseguimos!

Enfrentamos, cara a cara, uma das maiores e mais agressivas investidas pró-aborto que já vimos nas Nações Unidas — e saímos com uma vitória nas mãos!

O “acesso universal ao aborto” NÃO foi incluído na Declaração Política final — pode parecer técnico, mas isso é gigantesco...

Significa que o aborto NÃO foi declarado como um direito universal em um documento oficial da ONU. Isso é um golpe direto nos planos da militância radical — e uma vitória real pela vida e pela família.

Mas, acredite, não foi fácil.

A militância pró-aborto ficou FURIOSA. Após a aprovação do documento, as feministas radicais e ativistas do aborto surtaram. Não acreditavam no que estavam vendo.

Na última vez em que escrevi, estava saindo da ONU após a sessão final. Nesse encerramento, onde os países fazem seus discursos, muitos foram vaiados e ridicularizados por simplesmente defenderem a vida e resistirem à agenda ideológica.

Parecia um estádio de futebol — aplausos para países favoráveis ao aborto, vaias para os pró-vida. Absurdo para um ambiente “diplomático”, né?

Lá dentro, parecia uma zona de guerra política.
 

Mas o pior aconteceu lá fora…

Durante uma das nossas manifestações na porta da ONU, minha querida colega Lucía foi literalmente agredida. Sim — cuspiram nela por ousar defender os nascituros.

Se ainda não viu o vídeo, clique AQUI — ele mostra exatamente o tipo de gente que enfrentamos.

Teve também nosso caminhão de LED — aquelas potentes mensagens circulando a ONU durante as negociações, gritando nossa defesa da vida.
Pois é… também atacaram os caminhões. Vandalizaram, ameaçaram os motoristas, fizeram de tudo pra nos intimidar.

E aí veio um dos momentos mais surreais pra mim: fui detido pela polícia da ONU no fim da sessão final. Sim… a imagem no vídeo diz tudo.

Não é piada. Me levaram com colegas para uma sala e nos interrogaram. O motivo? Aparentemente, só eram permitidas mensagens “alinhadas aos valores da ONU”… seja lá o que isso queira dizer.

E o pior? As feministas aplaudindo nossa retirada. Dando “sorrisinhos” entre si. Como se a censura fosse uma conquista. É esse o nível da batalha.

Mas apesar de toda essa loucura, com a sua ajuda, nós não paramos.

Enfrentamos o inimigo em seu próprio território — organizamos um evento paralelo DENTRO da ONU, ao lado de parceiros que também defendem a vida e a família.

Durante esses dois meses, nos reunimos com delegações decisivas — Argentina, Itália, Líbia, Burundi, Guatemala, Paraguai e muitos outros.

E pouco a pouco, conseguimos:

  • Remover a linguagem perigosa de “acesso universal ao aborto”

     
  • Eliminar brechas sorrateiras no texto

     
  • Bloquear tentativas de inserir ideologia de gênero radical
     

E foi graças à coragem desses países, das suas alianças — e também graças à SUA pressão e à sua assinatura — que conseguimos limpar o documento final dessas ameaças.

Era exatamente o que tínhamos nos proposto a fazer, lembra?


 

Incrível, não é?

Isso não foi sorte. Foi estratégia. Uma estratégia construída com você, que gerou impacto real no nível mais alto da política global.

Com sua ajuda, formamos alianças, desmontamos armadilhas nos textos e vimos, passo a passo, a linguagem mudar a nosso favor.
Isso é o que o seu apoio torna possível.

Não vou mentir: foi exaustivo. Provavelmente os dois meses mais intensos da minha vida. Mas olhando para trás agora… valeu cada segundo.

Porque é disso que precisamos para defender a vida: esforço, coragem e compromisso nos bastidores do poder. Porque, no fim das contas… se nós não fizermos isso, quem vai fazer?

Do fundo do coração, obrigado. Sei que foi uma montanha-russa. Mas você esteve ao nosso lado — e FEZ A DIFERENÇA, em plena Nova York.

Dois meses de preparo. Dez dias de loucura. Dezenas de ataques. Mas uma grande vitória pela VIDA!

VOCÊ tornou isso possível. E sou profundamente grato por lutar ao seu lado.

Com carinho,

Sebastian, Anna, Franco, Lucía, Daniela, Miriam, Matilde e toda a equipe da CitizenGO

 

P.S. Nossa equipe acaba de realizar algo verdadeiramente ENORME.

Fomos nós que barramos uma investida pró-aborto que teria mudado a história — defendendo a vida dentro da ONU e conquistando uma vitória histórica para os nascituros!

Mas essa conquista teve um preço. Minha colega foi agredida, fomos insultados, interrogados, nossos motoristas hostilizados, nossos caminhões danificados. Teve um momento em que temi sinceramente pela segurança da nossa equipe.

Agora, infelizmente, enfrentamos custos altos inesperados para consertar os veículos e equipamentos.

Se você se orgulha do que conseguimos (e espero de coração que sim), poderia contribuir com qualquer valor para nos ajudar a cobrir esses custos e nos preparar para a próxima batalha?

Cada real nos ajuda a levantar e seguir lutando pela vida, pela família e pela verdade. Podemos contar com você?

Se este é um trabalho do qual você se orgulha, considere a possibilidade fazer uma contribuição regular ao nosso movimento. Uma doação de 10 reais (ou euros, se estiver em Portugal) por mês nos ajudará a continuar a luta.

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