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Olá, Theresa
Catharina de
Góes Campos,
Milhões de
brasileiros
assistiram a
um desfile
de Carnaval
transformar
a fé cristã
e a família
em elementos
de deboche
diante das
câmeras.
E o mais
grave: nossos
impostos
financiando
tudo isso.
O escárnio
já seria
ofensivo por
si só —
pagá-lo com
dinheiro
público é
ainda mais
revoltante.
Em ano
eleitoral, a
neutralidade
do Estado
precisa ser
absoluta.
Recursos
públicos não
podem servir
a narrativas
partidárias
nem
atropelar a
fé de
milhões de
cidadãos.
Respeito não
custa nada
— mas
é obrigação
das
autoridades
garantí-lo.
Estamos
determinados
a iluminar
cada
contrato,
cada
repasse,
cada decisão
tomada nos
bastidores.
A festa do
Carnaval não
pode
esconder o
uso do
dinheiro do
contribuinte,
quando a
sociedade
exige
respostas
claras.
Se ficarmos
em silêncio
agora,
abriremos um
precedente
perigoso.
Hoje foi a
fé cristã.
Amanhã pode
ser eu e
você. Agir
agora é
proteger a
liberdade de
amanhã.
Assine a petição
pedindo ao
Procurador-Geral
da República que
investigue o
desfile,
assegure
transparência
total e impeça
que recursos
públicos sejam
usados para
ridicularizar a
fé.
Uma
investigação
oficial
revelará
quem
autorizou os
gastos e com
que
finalidade.
A
responsabilização,
hoje,
fortalece a
liberdade
religiosa
amanhã. Cada
assinatura
aumenta o
peso dessa
cobrança.
Pense nos
seus filhos
assistindo
àquela
transmissão
e absorvendo
a mensagem
de que a fé
pode ser
tratada como
piada
estatal. Permanecer
inerte
ensina que o
silêncio é o
preço de
acreditar.
Com esperança de
justiça,
Glauciane Teixeira
e toda a equipe
da CitizenGO
PS: Se dinheiro
público foi
usado para expor
a fé cristã e a
família ao
ridículo, isso
precisa ser
apurado. Assine
agora e defenda
a fé e as
famílias.
Aqui está o
e-mail que lhe
enviamos
anteriormente
sobre isso:

Nossos impostos financiaram um desfile que zombou da fé e da família. Exija que o Procurador-Geral investigue e revele cada centavo gasto.
Assine agora para defender a liberdade religiosa, pôr fim ao uso partidário de recursos públicos e responsabilizar os envolvidos.
Quando milhões pagam a conta, o silêncio não é uma opção. Levante sua voz pela justiça agora.
ASSINE A PETIÇÃO |
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Olá Theresa
Catharina de
Góes Campos,
Você viu, em
rede
nacional,
sua fé ser
ridicularizada
sem pudor e
sua família
ser tratada
como retrato
de atraso.
A Bíblia
sagrada
exposta como
objeto de
escárnio,
diante das
câmeras, dos
aplausos e
do silêncio
cúmplice.
Não foi
hipótese.
Não foi
exagero. Foi
real. Foi
televisionado.
Foi
celebrado
como
espetáculo.
E milhões de
cristãos
sentiram o
peso dessa
humilhação
ao vivo.
Eu me senti
atacada e
acredito que
você também,
ao ver, nos
noticiários,
“famílias
tradicionais”
colocadas
dentro de
latas, sob
aplausos e
holofotes, e
a Bíblia
sagrada como
objeto
alegórico.
Não foi
apenas uma
alegoria.
Foi uma
mensagem.
Foi a
tentativa de
reduzir
valores
cristãos a
algo
ultrapassado,
digno de
escárnio
público.
E o mais
revoltante: tudo
isso
financiado
com dinheiro
público.
Com o meu,
com o seu
dinheiro,
com o
imposto pago
por pais,
mães,
trabalhadores
e fiéis, que
foram
justamente
os alvos da
humilhação.
Em pleno ano
eleitoral,
quando a
neutralidade
institucional
deveria ser
absoluta e
qualquer
sinal de uso
político da
máquina
pública
deveria ser
tratado com
rigor
extremo.
A presença
de
autoridade
que também é
pré-candidato
à reeleição
torna o
episódio
ainda mais
grave.
Porque
quando
cultura e
política se
misturam sob
financiamento
estatal, o
alerta
precisa
soar.
Assine esta
campanha já! Se
hoje zombam da
fé cristã com
recursos
públicos, amanhã
qual será o
próximo alvo?
Eu e você,
juntos,
acompanhamos
tudo e os
pontos de
conflito são
claros:
-
Vilipêndio
religioso ao
expor a
fé
cristã
ao
escárnio;
-
Representação
depreciativa
da
família
tradicional e
dos
valores
conservadores;
-
Uso de
dinheiro público para sustentar
conteúdo
ofensivo;
-
O
cenário
se torna
ainda
mais
grave
por
estarmos em ano eleitoral, quando
a
neutralidade
institucional
deveria
ser
absoluta.
A presença
do atual
presidente
— também
pré-candidato
à reeleição —
no evento
reforça a
percepção de
alinhamento
político em
um
espetáculo
financiado
com recursos
públicos.
Se
normalizarmos o
escárnio
financiado
pelo Estado,
estaremos
aceitando
que parte da
população
possa ser
ridicularizada
— desde que
seja
“conveniente”.
Isso não é
apenas sobre
Carnaval.
É sobre
respeito.
É sobre o
direito de
não sermos
forçados a
pagar pela
nossa
própria
desmoralização.
ASSINE JÁ!
Exigimos que o
Procurador-Geral
da República,
Paulo Gonet,
abra uma
investigação
imediata.
Queremos que
os contratos
sejam
expostos.
Que cada
centavo seja
auditado.
Que se puna
o vilipêndio
religioso. Que
haja
responsabilização
pelas
irregularidades.
Se
vencermos,
ficará claro
que há
limites. Que
fé e família
não são alvo
legítimo de
ridicularização
estatal. Que
dinheiro
público não
pode servir
a narrativas
ideológicas
ou promoção
indireta em
ano
eleitoral.
Mas se
perdermos… o
precedente
será
devastador.
O recado
será: é
permitido
humilhar
cristãos em
rede
nacional,
desde que o
façam passar
por “arte”.
O recado
será:
contribuintes
podem pagar
pela própria
humilhação e
devem ficar
calados.
O recado
será: a
neutralidade
do Estado é
flexível
quando
convém.
Não podemos
permitir
isso.
Assine, pois
cada assinatura
aumenta a
pressão, cada
compartilhamento
amplia o alcance
e cada voz que
se levanta
dificulta que
isso seja
ignorado.
Não é sobre
política
partidária. É
sobre dignidade.
É sobre limites.
É sobre não
aceitar que
zombem da sua fé
com o seu
dinheiro. Com
firmeza,
Glauciane Teixeira
e toda a equipe
da CitizenGO
PS: Se
não reagirmos
agora, o próximo
ataque será
ainda mais
ousado.
Assine
imediatamente e
compartilhe esta
mobilização.
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